Sandro Coelho Ferreira Filho, fundador e CEO da APROVEC, conta como começou cedo, o que aprendeu no caminho e para onde quer levar o setor.
LANÇAMENTO
Associado APROVEC não paga mais participação individual. Saiba mais na página 5.
APROVEC PROTEÇÃO VEICULAR — GOIÂNIA (GO)
PARTE 1
Minha vida, minha trajetória
Eu tinha 14 anos quando entrei pela primeira vez nesse mercado. Era um menino, cheio de vontade e com pouca noção do tamanho do caminho que estava começando. Não sabia que ali, naquele primeiro trabalho, estava nascendo a história de toda a minha vida.
Hoje eu tenho 30 anos. E posso dizer com orgulho e com muita verdade: eu nunca trabalhei com outra coisa. Tudo o que eu sei, aprendi dentro da proteção veicular. Foi aqui que eu cresci, errei, levantei, amadureci e me tornei o homem e o profissional que sou.
Eu vivi o atendimento na ponta. Ouvi associado nervoso porque o carro tinha sido roubado. Vi gente que dependia do veículo para levar comida para casa e que, de uma hora para outra, ficou sem ele. Esses momentos me marcaram. Eles me ensinaram que por trás de cada placa existe uma família, um sonho, um trabalho.
“Por trás de cada placa existe uma família. Foi isso que me fez ficar.”
Ao lado de Alexandre Godoi, idealizador e cofundador da APROVEC Brasil, ajudei a construir uma operação que hoje tem matriz em Goiânia, unidades em várias regiões do país e uma presença forte em Goiás e no Nordeste. São 15 anos de mercado, mais de R$ 250 milhões pagos em sinistros e mais de 30 mil associados.
Quando eu olho para esses números, não vejo só números. Vejo 30 mil pessoas que confiam na gente todos os dias. Vejo cada carro devolvido, cada guincho que chegou na madrugada, cada família que conseguiu recomeçar. Isso pesa, e tem que pesar. É uma responsabilidade que eu carrego com respeito.
Nada disso foi fácil. Teve noite sem dormir, teve decisão difícil, teve momento em que pensei se estava no caminho certo. Mas toda vez que um associado agradecia, eu tinha certeza: era aqui que eu tinha que estar.
15 anos — DE MERCADO
R$ 250 mi+ — EM SINISTROS PAGOS
30 mil+ — ASSOCIADOS
De Goiás para o Brasil
Eu sou goiano e tenho muito orgulho disso. Nossa casa é Goiânia, e foi daqui que a APROVEC ganhou força. Mas o sonho sempre foi maior: levar proteção veicular de verdade para todo o território nacional. Para gente que, muitas vezes, nunca teve acesso a esse tipo de cuidado.
Protegemos contra furto, roubo e colisão, com assistência 24 horas. Mas o que eu mais quero que as pessoas sintam é que não estão sozinhas. Crescer, para mim, só faz sentido se for com estrutura, com respeito e sem nunca perder a essência de quem nos escolheu.
“Crescer só vale a pena se a gente continuar cuidando de cada pessoa como no primeiro dia.”
O que eu aprendi sobre gente
Se tem uma coisa que esses 16 anos me ensinaram é que empresa nenhuma cresce sozinha. Por trás da APROVEC existe um time que acorda cedo, que atende o telefone de madrugada, que resolve o problema do associado como se fosse da própria família. Eu devo muito a essas pessoas.
Liderar, para mim, é estar perto. É ouvir quem está na ponta, é dar o exemplo, é ter coragem de mudar quando precisa. Eu ainda aprendo todos os dias, e acho que esse é o segredo: nunca deixar de ser aquele menino de 14 anos com vontade de aprender.
RECONHECIMENTO
Prêmios que pertencem ao time todo
Os prêmios e as certificações que recebemos pelo caminho — como o Prêmio Arte Qualidade Brasil e as certificações de qualidade de 2022 — não estão na parede por vaidade. Estão lá para lembrar que trabalho sério aparece. Mas eu sempre digo: troféu nenhum atende telefone de madrugada.
“Prêmio é consequência. O que me interessa é o associado bem atendido — o resto é decoração.”
Sandro em entrevista, falando sobre a trajetória da APROVEC.
LANÇAMENTO | BENEFÍCIO AO ASSOCIADO
Agora, o associado APROVEC não paga mais participação individual
Eu sei o peso que um imprevisto tem no bolso de uma família. Quando o carro quebra, é roubado ou sofre uma colisão, a última coisa que a pessoa precisa é de mais uma conta para pagar. Foi pensando nisso que tomamos uma das decisões mais importantes da nossa história.
O que muda na prática:
* Em caso de sinistro, o associado não desembolsa a participação individual;
* Menos burocracia e mais agilidade no momento em que ele mais precisa;
* Proteção completa: furto, roubo, colisão e assistência 24 horas;
* Um benefício pensado para quem vive do próprio trabalho e depende do veículo.
“Proteger de verdade é não deixar o associado sozinho nem na hora de pagar. Esse benefício é a nossa palavra virando atitude.”
Eu comecei aos 14 anos ouvindo gente que ficava sem o carro e sem saber como pagar as contas no fim do mês. Nunca esqueci disso. Esse lançamento é por cada uma dessas pessoas — e por cada associado que confia na APROVEC todos os dias.
A HISTÓRIA POR TRÁS DO LANÇAMENTO
Como nasceu esse benefício
Esse benefício não nasceu numa reunião. Ele nasceu de uma ligação. Toda vez que um associado aciona a APROVEC, ele está vivendo o pior dia dele: o carro foi roubado na porta de casa, o carro bateu no caminho do trabalho. Ele liga com a voz tremendo, às vezes com raiva, e só quer saber de uma coisa: eu posso contar com vocês?
E o que muita gente ouvia de volta, no meio daquela confusão, era a palavra participação. Eu odiava ouvir isso. Porque naquele momento a pessoa não está pedindo desconto: ela está pedindo socorro. Cobrar de quem acabou de perder o carro é cobrar de quem já está no chão.
Eu passei meses pensando nisso. Ia para o escritório, voltava para casa, deitava e ficava com a mesma pergunta na cabeça: se eu fosse o associado, no lugar dele, o que eu ia querer ouvir? A resposta vinha toda vez igual.
Aí a gente sentou, abriu os números e fez a conta de verdade. Deu? Deu. Então tinha que ser feito. Tirei a participação individual do acionamento porque o associado não pode pagar duas vezes: uma pela proteção, outra pelo dia em que ele mais precisou dela.
“No dia do acionamento, o associado não pode ouvir um preço. Ele tem que ouvir: pode deixar que a gente resolve.”
Eu não fiz isso por marketing. Fiz porque eu fui aquele menino de 14 anos que atendia telefone e ouvia gente chorando do outro lado da linha. Se aquele menino estivesse hoje no lugar do associado, era exatamente isso que ele ia querer.

PARTE 2
O futuro da proteção veicular
O nosso setor está vivendo um momento histórico. A Lei Complementar nº 213/2025 criou um novo marco legal para a proteção patrimonial mutualista. Tem gente que vê isso com medo. Eu vejo como a chance que o mercado esperava para amadurecer.
O futuro vai exigir mais: governança, transparência, controles e gestão profissional. E eu acredito que quem leva a sério as pessoas não tem o que temer. Tem é muito a construir.
O que eu quero construir
* Processos digitais e automatizados, para o associado ser atendido mais rápido;
* Dados usados com inteligência para decidir melhor;
* Um atendimento e uma assistência cada vez mais modernos;
* Comunicação clara e transparente, sem letras miúdas;
* Crescimento sustentável, com estrutura para acompanhar.
Nossos próximos passos, rumo a 2027, seguem essa direção: tecnologia, expansão nacional e uma experiência melhor para quem confia na gente.
“A tecnologia tem que fortalecer o que o mutualismo tem de mais bonito: pessoas que se unem para proteger umas às outras.”
Comecei aos 14 anos sem saber onde ia chegar. Hoje, aos 30, sei exatamente para onde quero ir. E quero ir junto com cada associado, cada colaborador e cada parceiro que acreditou nessa história.
— Sandro Coelho Ferreira Filho
Fundador e CEO da APROVEC
(Crédito: Arquivo Pessoal)
