Conhecido por sua trajetória como cantor e compositor ao lado de Thaeme, Thiago Bertoldo anuncia uma nova frente profissional ligada à música. Ao lado dos empresários Gabriel Marson e Geórgia Fröhlich, ele está à frente da BATUCA, plataforma criada para facilitar o processo de criação e produção de músicas.

A proposta da ferramenta é tornar mais simples um processo que muitas vezes envolve diferentes profissionais, etapas e custos. A partir de uma ideia inicial, o usuário pode definir características como gênero, clima e tipo de voz e acompanhar a construção da música. A plataforma também permite ajustes na letra e a criação de um clipe a partir de fotos pessoais.

A tecnologia é utilizada como uma ferramenta de apoio ao processo criativo, mas, para Thiago, não substitui a participação humana na música. Com experiência como compositor, o artista vê a plataforma como uma forma de ampliar o acesso à criação, especialmente para pessoas que têm uma ideia, mas não possuem recursos ou conhecimento técnico para transformá-la em uma produção. “Eu sempre fui um aliado da tecnologia e dos avanços que ela proporciona. Acredito que ela vem para auxiliar os processos que envolvem a criação de uma música. Claro que nada vai substituir o olho no olho, o sentimento de um compositor, de um cantor e aquela presença física junto ao público. A tecnologia vem para somar nesse processo.”

Segundo Thiago, um dos objetivos da BATUCA é justamente reduzir barreiras para quem deseja criar. “Um compositor que não tem recursos financeiros, por exemplo, para fazer um arranjo, produzir uma guia ou desenvolver uma música pode contar com a tecnologia como uma ferramenta de apoio, com um custo muito mais baixo. Nada vai substituir o coração batendo e o ser humano por trás da criação. A tecnologia precisa de alguém para comandá-la”, afirma.

A ideia de criar a plataforma também nasceu de uma experiência pessoal de Gabriel Marson. O empresário buscava uma forma de produzir uma música para uma convenção de sua empresa e, durante as pesquisas, encontrou plataformas internacionais que considerou pouco acessíveis ao público brasileiro. “A ideia da BATUCA surgiu de uma dor própria. Eu queria criar uma música para a minha empresa e lançá-la durante a nossa primeira convenção, mas me deparei com os altos custos envolvidos nesse processo. Foi quando comecei a pesquisar plataformas que trabalhavam com criação de músicas.”

A partir dessa experiência, o grupo decidiu desenvolver uma ferramenta com uma interface mais simples e adaptada à realidade brasileira. “Encontrei algumas opções, mas elas tinham uma comunicação muito difícil, com muitos termos técnicos em inglês, e também não ofereciam facilidades que fazem parte da realidade do brasileiro, como o pagamento via Pix. A partir daí, surgiu a ideia de criar uma plataforma mais simples e acessível, pensada para o público brasileiro”, explica Gabriel.

Para Georgia Fröhlich, a criação da BATUCA parte também da ideia de ampliar o acesso à produção artística. “Sempre defendi muito a arte e acredito que ela precisa ser popular, precisa estar ao alcance de todos. A possibilidade de uma pessoa poder, dentro da própria casa, sem fazer um investimento alto, sem esperar muito tempo e sem precisar de muitos profissionais, criar uma música foi uma ideia que me encantou desde o início.”

Na prática, o usuário pode começar com uma ideia ou história e escolher elementos que vão orientar a criação. É possível indicar gêneros como sertanejo, pagode, MPB, rock e funk, definir o clima da música e optar por voz feminina, masculina ou dupla. A plataforma apresenta primeiro a letra, permitindo alterações, e posteriormente disponibiliza a música.

“Quando entendemos que a BATUCA poderia dar essa oportunidade para pessoas de diferentes estados e classes sociais produzirem suas próprias músicas, tirarem suas histórias do papel e transformarem suas experiências de vida em música, foi quando realmente me apaixonei pela ideia. Percebi que existia um propósito por trás de tudo isso”, completa Georgia.

A plataforma também amplia a experiência para além da música. Depois de criar a faixa, o usuário pode produzir um clipe dentro da própria BATUCA utilizando fotos pessoais, transformando a criação em um projeto audiovisual.

Para Thiago, a chegada da BATUCA representa também uma nova maneira de compartilhar sua experiência no mercado musical. “Eu sempre fui um cara muito curioso com tecnologia e sempre gostei de estudar as novas ferramentas que chegam ao Brasil. Com a BATUCA, a gente quis trazer algo muito brasileiro e simples de usar, para que qualquer pessoa, mesmo quem não tenha conhecimento técnico, consiga entender a plataforma, criar sua música e ter acesso a uma tecnologia que antes parecia muito distante.”

A BATUCA chega ao mercado com a proposta de aproximar criação e tecnologia sem deixar de colocar o usuário no centro do processo, oferecendo recursos para transformar ideias, histórias e experiências pessoais em música.

(Crédito: Divulgação)

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